Malware é uma palavra formada a partir da expressão inglesa malicious software, isto é, software malicioso.
Em linguagem simples:
malware é qualquer programa, código ou componente criado para causar dano, obter vantagem indevida, roubar informações, espionar, bloquear acesso, alterar sistemas ou permitir controle não autorizado.
Em prova de concurso, a banca costuma cobrar os malwares pelas pistas do enunciado.
Por isso, mais importante do que decorar nomes é entender a característica principal de cada tipo.
Se a questão falar em:
arquivos criptografados;
arquivos inacessíveis;
mensagem exigindo pagamento;
pedido de resgate;
a primeira suspeita deve ser:
ransomware.
Mas ele não é o único malware importante.
Também caem muito:
vírus;
worm;
trojan;
spyware;
adware;
ransomware;
rootkit;
keylogger;
backdoor;
botnet;
wiper;
scareware;
cryptojacking.
Malware é um software ou código malicioso desenvolvido para comprometer a segurança de um sistema.
Ele pode afetar:
computadores;
celulares;
servidores;
redes;
navegadores;
sistemas corporativos;
dispositivos conectados;
arquivos;
contas de usuário.
Um malware pode ter vários objetivos, como:
roubar dados;
espionar atividades;
sequestrar arquivos;
exibir anúncios indesejados;
abrir acesso remoto;
danificar arquivos;
se espalhar pela rede;
capturar senhas;
controlar máquinas infectadas;
consumir recursos do sistema.
Nem todo malware é vírus.
Vírus é apenas um tipo de malware.
todo vírus é malware, mas nem todo malware é vírus.
O ransomware é um malware que sequestra dados, arquivos ou sistemas da vítima e exige pagamento de resgate.
Em muitos ataques, ele criptografa arquivos como:
documentos;
fotos;
planilhas;
bancos de dados;
arquivos de trabalho;
sistemas inteiros.
Depois, exibe uma mensagem exigindo pagamento para tentar devolver o acesso.
Pense em ransomware quando o enunciado falar em:
arquivos criptografados;
perda de acesso aos dados;
bloqueio de arquivos;
mensagem de resgate;
exigência de pagamento;
ameaça de não liberar os dados.
No ransomware de dupla extorsão, o criminoso:
rouba os dados;
criptografa ou bloqueia o acesso;
ameaça vazar as informações se o resgate não for pago.
Backup ajuda a recuperar dados criptografados.
Mas, se houve roubo de informações, o backup não elimina o risco de vazamento.
ransomware = sequestra dados e cobra resgate.
O Trojan, ou Cavalo de Troia, é um malware que se apresenta como algo legítimo, útil ou aparentemente inofensivo, mas esconde uma função maliciosa.
O nome vem da ideia do “presente enganoso”.
Parece confiável por fora, mas carrega uma ameaça por dentro.
Um trojan pode aparecer como:
falso instalador;
jogo pirata;
atualização falsa;
arquivo aparentemente legítimo;
programa gratuito suspeito;
anexo malicioso;
aplicativo modificado.
Um trojan pode:
abrir uma porta de acesso;
instalar outros malwares;
roubar informações;
permitir controle remoto;
capturar credenciais;
modificar configurações;
baixar componentes maliciosos.
Trojan não tem como característica principal a autopropagação.
Ele normalmente depende de algum tipo de engano, instalação ou execução pela vítima.
Trojan engana: parece legítimo, mas executa algo malicioso.
O spyware é o malware espião.
Ele monitora atividades e coleta informações do usuário sem autorização.
Pode coletar:
histórico de navegação;
dados pessoais;
credenciais;
hábitos de uso;
informações digitadas;
dados de formulários;
localização;
atividades em aplicativos;
informações do sistema.
A marca do spyware é a espionagem.
Ele busca observar, registrar e transmitir informações sem o consentimento do usuário.
Spyware não é necessariamente o malware que sequestra arquivos.
Quem sequestra dados e cobra resgate é o ransomware.
spyware = espiona e coleta informações.
O keylogger é um tipo de malware ou ferramenta maliciosa voltada a registrar teclas digitadas pelo usuário.
Ele pode capturar informações como:
senhas;
logins;
mensagens;
dados bancários;
números de cartão;
textos digitados;
credenciais corporativas.
O keylogger pode ser considerado uma forma específica de spyware quando usado para espionagem.
A diferença é que o keylogger tem foco especial no registro das teclas digitadas.
Se a questão falar em:
captura de teclas digitadas;
pense em:
keylogger.
keylogger = registra teclas.
O worm é um malware que tem como característica marcante a autopropagação.
Ele consegue se espalhar automaticamente por redes, sistemas ou dispositivos, explorando falhas, configurações inseguras ou conexões disponíveis.
O worm não precisa, necessariamente, anexar-se a um arquivo hospedeiro para se propagar.
Sua marca é a capacidade de se espalhar sozinho.
Um worm pode:
consumir banda de rede;
explorar vulnerabilidades;
instalar outros malwares;
sobrecarregar sistemas;
espalhar-se rapidamente;
causar indisponibilidade;
comprometer vários dispositivos.
O worm se espalha automaticamente.
O vírus costuma depender de um arquivo, programa ou documento hospedeiro.
worm = se espalha sozinho.
O vírus é um tipo de malware que se anexa a arquivos, programas ou documentos e se replica quando esse arquivo ou programa é executado.
O vírus precisa de um hospedeiro.
Ele se espalha a partir da execução ou compartilhamento do arquivo infectado.
Um vírus pode infectar:
arquivos executáveis;
documentos com macros;
programas;
mídias removíveis;
arquivos compartilhados.
A banca pode usar “vírus” como sinônimo genérico de malware.
Tecnicamente, isso é impreciso.
Vírus é um tipo específico de malware.
Malware
Característica principal
Vírus
Infecta arquivo/programa hospedeiro
Worm
Propaga-se automaticamente pela rede
vírus precisa de hospedeiro; worm se espalha sozinho.
O adware está ligado à exibição de anúncios, propagandas ou redirecionamentos indesejados.
Ele pode aparecer em:
navegadores;
aplicativos;
extensões;
programas gratuitos;
instaladores suspeitos.
A marca do adware é a exibição insistente de anúncios.
Ele pode:
abrir pop-ups;
alterar página inicial;
redirecionar pesquisas;
exibir propagandas invasivas;
coletar dados de navegação para publicidade;
degradar a experiência do usuário.
Nem todo software com propaganda é necessariamente malware.
Mas, em prova, quando o enunciado fala em anúncios indesejados, abusivos ou invasivos, a resposta costuma apontar para adware.
adware = anúncios indesejados.
O rootkit é um malware ou conjunto de ferramentas criado para ocultar a presença de uma ameaça e manter acesso privilegiado ao sistema.
O rootkit tenta se esconder.
Ele pode ocultar:
arquivos;
processos;
conexões;
usuários;
serviços;
atividades maliciosas.
Porque dificulta a detecção.
Um sistema pode estar comprometido sem que o usuário perceba facilmente.
O termo está associado à ideia de acesso profundo ou privilegiado ao sistema.
Em muitos casos, o rootkit busca manter controle elevado e persistente.
Rootkit não é caracterizado principalmente por pedir resgate.
Sua marca é:
ocultação + persistência + privilégio.
rootkit = esconde a invasão e mantém acesso privilegiado.
A backdoor, ou porta dos fundos, é um mecanismo que permite acesso não autorizado a um sistema, contornando formas normais de autenticação ou controle.
A backdoor cria ou mantém um caminho escondido para entrada futura.
acesso remoto não autorizado;
controle do sistema;
instalação de outros malwares;
roubo de informações;
retorno do invasor ao ambiente comprometido.
Um trojan pode instalar uma backdoor.
Mas os conceitos não são idênticos.
O trojan é o malware disfarçado.
A backdoor é o mecanismo de acesso oculto.
backdoor = porta dos fundos para acesso indevido.
Um bot é um dispositivo infectado que passa a ser controlado remotamente por um atacante.
Uma botnet é uma rede de dispositivos infectados controlados em conjunto.
Uma botnet pode ser usada para:
ataques DDoS;
envio de spam;
disseminação de malware;
mineração indevida;
roubo de dados;
fraudes automatizadas;
ataques coordenados.
O usuário pode nem perceber que o dispositivo virou parte de uma botnet.
O equipamento continua funcionando, mas passa a executar comandos do atacante.
bot = máquina controlada;
botnet = rede de máquinas controladas.
O wiper é um malware criado para apagar, destruir ou corromper dados.
O ransomware bloqueia ou criptografa dados para cobrar resgate.
O wiper busca destruir ou inutilizar dados.
Se a questão falar em destruição de dados sem objetivo de devolução mediante pagamento, pense em wiper.
Se falar em criptografia de arquivos e pedido de resgate, pense em ransomware.
ransomware cobra para devolver;
wiper destrói para inutilizar.
O scareware é um tipo de software malicioso ou indesejado que tenta assustar a vítima para levá-la a tomar uma ação.
Ele pode mostrar mensagens falsas como:
“Seu computador está infectado”;
“Clique aqui para remover vírus”;
“Seu sistema está em risco”;
“Pague para limpar sua máquina”;
“Instale este programa urgentemente”.
O objetivo é induzir a vítima a:
instalar malware;
pagar por falso serviço;
clicar em link malicioso;
fornecer informações;
baixar falso antivírus.
scareware = assusta para enganar.
O cryptojacking ocorre quando recursos do dispositivo da vítima são usados sem autorização para mineração de criptomoedas.
Pode consumir:
processador;
placa de vídeo;
memória;
energia;
bateria;
desempenho do sistema.
A vítima pode perceber:
lentidão;
aquecimento;
alto consumo de energia;
queda de desempenho;
uso elevado de CPU ou GPU.
Cryptojacking não busca, necessariamente, roubar arquivos ou pedir resgate.
O objetivo principal é usar o poder computacional da vítima.
cryptojacking = usa sua máquina para minerar.
O fileless malware é uma ameaça que busca executar ações maliciosas sem depender, necessariamente, de um arquivo tradicional gravado no disco.
Ele pode explorar ferramentas legítimas do próprio sistema, scripts, memória ou processos autorizados.
Porque pode dificultar a detecção por soluções que procuram apenas arquivos maliciosos armazenados.
Fileless não significa ausência total de vestígios.
Significa que a ameaça pode operar sem depender do modelo tradicional de arquivo malicioso salvo em disco.
fileless malware = ameaça que atua sem depender do arquivo malicioso tradicional.
O malware de macro explora macros em documentos, como planilhas ou arquivos de texto.
Macros são comandos ou scripts usados para automatizar tarefas em documentos.
Quando abusadas, podem executar ações maliciosas.
A banca pode mencionar:
documento recebido por e-mail;
planilha com macro;
pedido para habilitar conteúdo;
execução de código após abrir arquivo;
infecção por documento aparentemente comum.
Nem toda macro é maliciosa.
Mas macro pode ser usada como vetor de ataque.
macro malware = documento com automação usada para executar ação maliciosa.
Malware
Característica principal
Pista no enunciado
Ransomware
Sequestra dados e cobra resgate
Arquivos criptografados + pagamento
Trojan
Disfarça-se de algo legítimo
Programa aparentemente útil
Spyware
Espiona e coleta informações
Monitoramento oculto
Keylogger
Registra teclas digitadas
Captura de senhas digitadas
Worm
Espalha-se automaticamente
Propagação pela rede
Vírus
Infecta arquivo ou programa hospedeiro
Arquivo infectado executado
Adware
Exibe anúncios indesejados
Pop-ups e propagandas invasivas
Rootkit
Oculta presença e mantém privilégio
Difícil detecção + acesso elevado
Backdoor
Permite acesso oculto
Porta dos fundos
Botnet
Rede de máquinas controladas
Dispositivos zumbis em ataques coordenados
Wiper
Apaga ou destrói dados
Destruição sem resgate
Scareware
Assusta a vítima
Alerta falso de infecção
Cryptojacking
Usa recursos para mineração
Alto uso de CPU/GPU
Fileless malware
Atua sem arquivo tradicional
Execução em memória ou ferramentas legítimas
Malware de macro
Usa macros maliciosas
Documento pedindo habilitação de conteúdo
Ransomware sequestra dados e exige resgate.
Wiper destrói ou corrompe dados.
pediu resgate = ransomware.
destruiu sem intenção de devolver = wiper.
Trojan engana o usuário, parecendo legítimo.
Worm se espalha automaticamente.
Trojan engana.
Worm se propaga.
Vírus precisa de arquivo ou programa hospedeiro.
Worm tem autopropagação.
vírus infecta hospedeiro.
worm se espalha sozinho.
Spyware é o conceito mais amplo de software espião.
Keylogger é mais específico: registra teclas digitadas.
spyware espiona.
keylogger registra teclas.
Adware exibe anúncios.
Spyware coleta informações.
Alguns adwares também podem coletar dados de navegação.
Mas, em prova, a pista principal do adware costuma ser:
anúncios indesejados.
adware mostra propaganda;
spyware observa o usuário.
Rootkit busca esconder atividades maliciosas e manter privilégio.
Backdoor é uma porta de acesso oculto.
rootkit esconde.
backdoor permite voltar.
Bot é uma máquina infectada e controlada.
Botnet é a rede de bots.
bot é uma máquina;
botnet é o exército.
“Todo malware é vírus.”
Errado.
Vírus é apenas uma espécie de malware.
“Ransomware é identificado principalmente por anúncios indesejados.”
Errado.
Anúncios indesejados são característica do adware.
Ransomware envolve bloqueio, criptografia ou sequestro de dados com pedido de resgate.
“Trojan se caracteriza pela autopropagação automática.”
Errado.
Autopropagação é característica marcante do worm.
Trojan se caracteriza pelo disfarce.
“Spyware tem como característica principal a destruição de arquivos.”
Errado.
Spyware espiona e coleta informações.
Destruição de arquivos se aproxima mais do wiper.
“Keylogger é usado para registrar teclas digitadas.”
Certo.
Essa é justamente a característica central do keylogger.
“Worm precisa necessariamente infectar um arquivo hospedeiro para se propagar.”
Errado.
Essa descrição combina mais com vírus.
O worm se propaga automaticamente, especialmente por redes e sistemas.
“Adware está ligado à exibição de propagandas indesejadas.”
Certo.
Essa é a pista clássica.
“Rootkit é facilmente detectado porque sua função é exibir alertas ao usuário.”
Errado.
Rootkit tenta ocultar sua presença e manter acesso privilegiado.
“Backdoor permite acesso oculto ou não autorizado a um sistema.”
Certo.
Backdoor é a porta dos fundos.
“Botnet é uma rede de computadores comprometidos controlados remotamente.”
Certo.
A botnet pode ser usada em ataques coordenados, como DDoS.
“Scareware tenta assustar o usuário com alertas falsos para induzi-lo a agir.”
Certo.
A marca do scareware é o medo como técnica de manipulação.
“Cryptojacking criptografa arquivos para exigir resgate.”
Errado.
Isso é ransomware.
Cryptojacking usa recursos da máquina para minerar criptomoedas sem autorização.
“Fileless malware não pode deixar nenhum vestígio.”
Errado.
Fileless malware pode dificultar a detecção por não depender de arquivo tradicional em disco, mas isso não significa ausência absoluta de vestígios.
“Malware de macro pode ser acionado por documentos aparentemente comuns.”
Certo.
Documentos com macros maliciosas podem ser usados como vetor de ataque.
“Backup elimina todos os riscos de ransomware.”
Errado.
Backup ajuda na recuperação dos dados.
Mas, em ataques com roubo de informações, ainda pode haver risco de vazamento.
Pense em:
ransomware.
Pense em:
Trojan.
Pense em:
spyware.
Pense em:
keylogger.
Pense em:
worm.
Pense em:
vírus.
Pense em:
adware.
Pense em:
rootkit.
Pense em:
backdoor.
Pense em:
botnet.
Pense em:
wiper.
Pense em:
scareware.
Pense em:
cryptojacking.
Pense em:
fileless malware.
Pense em:
malware de macro.
Em prova, não tente adivinhar pelo nome bonito.
Procure a pista principal.
Ransomware → sequestra dados e cobra resgate.
Trojan → engana.
Spyware → espiona.
Keylogger → registra teclas.
Worm → se espalha sozinho.
Vírus → infecta hospedeiro.
Adware → exibe anúncios.
Rootkit → oculta e mantém privilégio.
Backdoor → abre porta dos fundos.
Botnet → controla várias máquinas.
Wiper → destrói dados.
Scareware → assusta para enganar.
Cryptojacking → usa recursos para minerar.
Fileless malware → atua sem arquivo tradicional.
Macro malware → usa macros maliciosas.
Malware: software ou código malicioso criado para comprometer sistemas, roubar dados, espionar, bloquear acesso, causar dano ou permitir controle indevido.
Vírus: malware que infecta arquivo, programa ou documento hospedeiro e se replica quando executado.
Worm: malware com capacidade de autopropagação, especialmente por redes e sistemas.
Trojan: malware disfarçado de programa legítimo ou útil.
Spyware: malware que espiona atividades e coleta informações sem autorização.
Keylogger: ferramenta ou malware que registra teclas digitadas.
Adware: software associado à exibição de anúncios indesejados ou invasivos.
Ransomware: malware que sequestra dados ou sistemas e exige pagamento de resgate.
Ransomware de dupla extorsão: rouba dados e também bloqueia ou criptografa arquivos, ameaçando vazamento.
Rootkit: ameaça criada para ocultar presença maliciosa e manter acesso privilegiado.
Backdoor: mecanismo de acesso oculto ou não autorizado ao sistema.
Bot: dispositivo infectado controlado remotamente.
Botnet: rede de dispositivos infectados controlados por atacante.
Wiper: malware voltado à destruição, apagamento ou corrupção de dados.
Scareware: ameaça que usa alertas falsos e medo para induzir a vítima a agir.
Cryptojacking: uso não autorizado de recursos da vítima para mineração de criptomoedas.
Fileless malware: ameaça que atua sem depender de arquivo malicioso tradicional salvo em disco.
Malware de macro: malware que usa macros de documentos para executar ações maliciosas.
Pegadinha principal: a banca descreve o comportamento do malware; o candidato precisa reconhecer a característica marcante.
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Fonte: artigo elaborado com base nos conceitos tradicionais de Segurança da Informação e Informática para concursos, especialmente classificação de malwares, características de ransomware, trojan, spyware, worm, vírus, adware, rootkit, backdoor, botnet, wiper, scareware, cryptojacking, fileless malware e malware de macro; abordagem compatível com padrões de cobrança de bancas como Cebraspe, FGV, FCC, Vunesp, IBFC e AOCP.
Entenda os principais tipos de malware para concursos: ransomware, trojan, spyware, worm, vírus, adware, rootkit, backdoor, botnet e suas pegadinhas de prova.